Meu caminho...‘Memórias’

Sem Photoshop???

E aí, o que você me diz desta foto??? Estranha não!?!?! E o mais surreal, não usamos photoshop ou qualquer editor fotográfico para realizar tal feito… o resultado do nosso experimento pode não ter ficado perfeito, mas que coloca a cabeça pra pensar, coloca!

=)

Piso da vovó

Impressionante como os objetos nos trazem emoções. Até mesmo um piso pode ser fonte de lembranças, como este.

Estava com minha irmã. Procurávamos um lugar para alugarmos uma roupa para a minha formatura. Andamos, andamos e andamos…

Numa loja, em Osasco, enquanto ela experimentava um lindo vestido, o mais bonito de todos que vimos em nossa jornada, fico ali brincando com o meu brinquedo mais recente, o iPhone.

Tirava algumas fotos, mas algo me chamou muito atenção. O piso. Logo, ao entrar na loja, notamos que aquele chão nos trazia alguma lembrança. Uma boa lembrança.

Depois de muito pensar, sobre o vestido que ela provara e sobre chão, decidimos não levar o roupa (pois a dona só quis alugar e não vender) e lembramos de onde era aquele chão.

Este foi o piso que usei para pular, brincar, me machucar, correr, deslizar, escorregar na casa da minha vó.

Amelie Poulain

Ela será sempre um modelo pra minha vida. Seu DVD me traz grandes memórias, me faz realizar grandes histórias.

Amelie é viajar sem sair do lugar. É acreditar em algo que não é real e, justamente por acreditar, torná-lo real. Viver na fantasia que perdemos na nossa fase adulta.

Algo inocente, infantil, puro. Aquela malvadeza que temos de querer fazer arte, aprontar. É fazer o bem do seu jeito, mesmo que ele seja o mais esquisito.

É criatividade. É Amelie Poulain…

Duck e Kiko

Pensa num cachorro que enchia  o saco, ficava no pé, latia… mas olhava com uma cara doce, num olhar profundo que dizia: brinca comigo! Esse era o Duck, cachorro da minha tia Néia.

Durante uma mega reforma na casa dela, ele passou uma temporada na minha casa, onde foi adestrado pelo cachorro da minha mãe, o Kiko. Era muito engraçado ver os dois correndo de uma lado para o outro. Mas quando dava briga, tínhamos que colocar cada um na sua casinha. Porém, eles num paravam dentro dela. Até que arrumamos uma solução:

Assim, não tinha mais brigas e não precisávamos bater em nenhum deles pra ficar lá dentro. Problema resolvido!

Meu quadro

Se um dia me perguntarem quem sou, posso dizer que sou o caipira desta imagem, que caminha sozinho. Sim, sou caipira! Sim, ando sozinho. Sim, mesmo no asfalto cansado de São Paulo, vejo um horizonte e imagino uma vida mais bela, simples e pura. Esse é meu mundo bolha!

A imagem acima é de um quadro sem nome. Um quadro que eu comprei por R$ 100,00 da minha vizinha que tinha um salão de beleza. Quando não atendia a mulherada que ia se embelezar, pintava e bordava.

Quando mudei meu quarto, modernizando-o (algo que ainda me arrependo, mas que já superei), precisava de um quadro. E este me chamou a atenção. Comprei!

No ano seguinte, fui morar em Loppiano, na Itália, onde nasceu o Eu Caminho Sozinho. Só então fui perceber que o quadro representa exatamente isso. Por isso, batizei-o com este nome.

Manjericão duvidoso

Quando fiz a cirurgia para tirar o dente do ciso (que aliás foi um parto complicado, recusado por três especialistas), fiquei um bom tempo chupando sorvete e comendo alimentos macios, como este delicioso macarrão.

Esta é a especialidade do meu amigo Renato Bomfim, que num dos dias em que eu ainda estava de repouso, veio aqui em casa e fez para mim. Porém, por detrás dessa deliciosa massa, tem uma história!

Naquele dia, não tinha nada para comer em casa, então, fomos ao mercado. Porém, antes, para evitar a fadiga, decidimos passar numa nano quitanda (que é 24 horas) perto de casa. Uma quitanda um tanto quanto suspeita.

Entramos. A moça e os rapazes do lado de fora, logo ficaram nos seguindo com o olhar. Até aí, tudo bem. Continuamos ali, procurando o tomate. Dentre tantas verduras velhas, achamos. Porém, nada consumível. Começamos a buscar o manjericão. Depois de alguns minutos e já incomodados pelos olhares que nos secavam, decidimos perguntar se tinha tal especiaria.

Ao terminar a pergunta, por traz de uma parede saíram dois caras, como se eles fossem os responsáveis pelo setor do manjericão. Ao darmos características de como era o manjericão que buscávamos, eles nos olharam com uma cara de “estão no lugar errado” e disseram que não trabalhavam com isso. Saímos e fomos ao mercado, que era um pouco mais longe.

Só não sei o que foi mais estranho: dois caras no mercado comprando manjericão ou uma boca de fumo que usa, justamente, esta palavra-chave com os seus clientes…

Sorvete favorito

Acho que cada um deve ter o seu sorvete favorito. O meu é o Mega Trufa, da Nestlé. Mas, ele é mais que o meu favorito, é o meu companheiro de viagem, minha alegre sobremesa depois do almoço. Com ele, já vivi várias aventuras. Uma delas, justamente quando tirei essa foto.

Pela primeira vez estava indo para a inesquecível Florianópolis. No caminho, como sempre, desci na parada, peguei meu Mega, sentei num banco e fui saboreá-lo. Não sei porque, mas decidi tirar essa foto, porém, ainda estava comendo o sorvete. O resultado não podia se outro.

Como todo bom homem, que não consegue fazer várias coisas ao mesmo tempo, derrubei o sorvete na minha calça. Porém, naquela região íntima, onde qualquer mancha branca chama atenção e instiga a imaginação sobre o que aconteceu.

Terminei o sorvete e comecei esfregar a região com um guardanapo para limpar. Uma senhora passa, me olha e acelera o passo, com certeza, achando que eu era o maníaco do posto.

Curiosidade

Vocês devem estar se perguntando: o que é isso??? Isso é a prova de que existem pessoas que são extremamente curiosas. Como eu e o Fernando Guzikauskas Celescuekci.

Um belo dia, na sala de aula da faculdade, estávamos conversando sobre um determinado assunto. Até que nos perguntamos como seria um… A foto nos tirou essa dúvida!!!

Ficou curioso??? Então tente adivinhar…

Copa 2006

Durante a Copa, em 2006, a Coca-Cola fez uma campanha maravilhosa, com uma mensagem muito positiva.

Ela colocava elementos contraditórios celebrando os jogos, sem nenhum preconceito. Tinha a bexiga e o cacto, o lenhador e a árvore e muitos outros personagens.

Neste período, estava na Itália, onde aconteceram os jogos. Lá, a Coca distribuiu bonecos e eu logo fiquei com um. Guardo ele até hoje, pois me lembra que se durante a Copa os povos se unem, porque não em outros períodos???

Além disso, sou um viciado em Coca-Cola…
Fica a dica!!!

Azar até na sorte

Como sempre, nunca ganho nada! Só me divirto. Aliás, sorte para ganhar coisas em sorteios nunca foi o meu forte. Justamente por isso, eu não compro rifas, não jogo na loteria e não compro raspadinhas. Mas não posso negar que já ganhei uma rifa!

Em 2006, ano que eu decidi mudar o meu quarto, comprei uma rifa de um quadro. Era uma tela com dois palhaços, PP e JB. Embora não sejam muito conhecidos, pra mim, representam um estilo de vida, sem contar que seriam ideais para o meu novo quarto.

Comprei a rifa simplesmente para ajudar. Inclusive, prometi para minha irmã que se eu ganhasse, seria meu presente para a sua casa nova. Neste dia, tive sorte. Ganhei! Tive azar, perdi a tela.

Resumindo, ela ganhou um quadro que, até hoje, fica no quarto de visitas da casa dela: